Algumas ações que derrubam a conversão por e-mails
- Myrian Mourão

- há 7 dias
- 2 min de leitura

Todos sabem que já passou da hora de fazer mudanças na comunicação por e-mails. Vamos reforçar alguns pontos?
Comece falando sobre o cliente - criar sinergia ou algo comum entre as empresas.
Ex.:
“Acredito que nossas empresas têm muito o que compartilhar em termos de visão de negócios, pois acompanho a (empresa) no LinkedIn e vi que estão contratando profissionais para a área e...”
Evite supor uma “dor”.
Por quê? Se o decisor não se enxergar com ‘dor” relatada ou estiver na zona de conforto, vai descartar o seu e-mail. Lembrando que no outbound a maioria dos leads já têm o que você está ofertando.
Ex.
“A maior dificuldade de empresas como a sua hoje é (problema). Essas questões estão impactando nos lucros da (empresa)...”
Cuidados com os 8 segundos e frases massificadas no primeiro parágrafo!
Se pesquisas mostram que o tempo médio de atenção de uma pessoa são 8 segundos e se um decisor recebe 10 ou mais e-mails por dia que começam com: “Meu nome é fulano (a) sou consultor da empresa XPTO e somos especialistas em...” , essa apresentação na primeira linha, além de desnecessária joga os 8 segundos no limbo. Não desperdice os 8 segundos e nem caracteres!
Você não precisa pedir a reunião na primeira mensagem ou em todos e-mails da cadência.
A regra da persistência x insistência se aplica também nos e-mails. Peça a reunião no segundo ou terceiro e-mail. Se a sua cadência é mista, deixe o agendamento para o momento do cold call.
Quanto menor, melhor.
Acima falei dos 8 segundos de atenção. Use esse conhecimento também para reduzir o tamanho dos e-mails. Reavalie os textões, listas grandes de benefícios e o monte de blá blá blá sobre a sua empresa.




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